Verificação de âncoras de acordo com STO

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Traduzido por IA a partir do inglês
As âncoras são verificadas de acordo com a norma russa STO 36554501-048-2016, SP 16 e SP 43.

As resistências dos parafusos de ancoragem são avaliadas de acordo com STO 36554501-048-2016 para âncoras com cabeça e âncoras pós-instaladas. O STO utiliza frequentemente valores tabelados em Anexo, caso em que as fórmulas de SP 43, SP16 ou EN 1992-4 são usadas devido à sua validade geral. A rotura por arranque de âncoras retas, a rotura combinada por arranque e rotura do betão de âncoras coladas, e a rotura por fendilhamento do betão não são verificadas devido à falta de informação disponível apenas para o tipo específico de âncora e adesivo fornecida pelo fabricante.

Na configuração normativa, o betão pode ser definido como fendilhado ou não fendilhado. As resistências do betão não fendilhado são superiores. 

Resistência à tração do aço (SP 43 - Anexo G):

A resistência à tração do aço das âncoras no STO utiliza valores tabelados no Anexo A. Por isso, é utilizada uma fórmula geral do SP 43 - Anexo G. 

\[ N_{ult,s} = \frac{A_{sa} \cdot R_{ba} \cdot \gamma_c}{k_0} \]

onde:

  • Rba = 0.8 ⋅ Rbyn – valor de cálculo da tensão de cedência do parafuso de ancoragem
  • Rbyn – tensão de cedência característica do aço da âncora
  • Asa – área da secção transversal líquida do parafuso
  • k0 – fator para o tipo de carregamento; editável na configuração normativa; k0 = 1.05  para carregamento estático e k0 = 1.35 para carregamento dinâmico; para âncoras portáteis com placas de ancoragem, instaladas livremente nos tubos, k0 é tomado igual a 1.15 para cargas dinâmicas (SP 43 – G.9)
  • γc – fator de serviço – SP 16, Tabela 1, editável na configuração normativa

Resistência ao arranque (EN 1992-4, Cl. 7.2.1.5)

A resistência ao arranque das âncoras no STO utiliza valores tabelados no Anexo A. Por isso, a fórmula geral do EN 1992-4, Cl. 7.2.1.5 é utilizada para âncoras com placas de anilha:

\[ N_{ult,p}=\frac{N_{n,p} \cdot \psi_c}{\gamma_{bt} \gamma_{Np}} \]

onde:

  • Nn,p \(\cdot \psi_c\) = k2AhRbn – resistência característica em caso de rotura por arranque
  • k2 – coeficiente dependente da condição do betão, k2 = 7.5 para betão fendilhado, k2 = 10.5 para betão não fendilhado
  • Ah – área de apoio da cabeça da âncora; para placa de anilha circular \(A_h = \frac{\pi}{4} \left ( d_h^2 - d^2 \right )\), para placa de anilha retangular \(A_h = a_{wp}^2 - \frac{\pi}{4} d^2\)
  • dh ≤ 6 th + d – diâmetro da cabeça do fixador
  • th – espessura da cabeça do fixador com cabeça
  • d – diâmetro do fuste do fixador
  • Rbn – resistência característica à compressão em cilindro do betão
  • γbt – coeficiente parcial de segurança para o betão (editável na configuração normativa)
  • γNp – coeficiente parcial de segurança que tem em conta a segurança de instalação de um sistema de ancoragem (editável na configuração normativa)

A resistência ao arranque de outros tipos de âncoras não é verificada e deve ser garantida pelo fabricante ou determinada pelo STO, Anexo A.

Resistência à rotura por cone de betão de uma âncora ou grupo de âncoras (STO - Cl. 6.1.3):

\[N_{ult,c}=\frac{N_{n,c}^0}{\gamma_{bt} \cdot \gamma_{Nc}} \cdot \frac{A_{c,N}}{A_{c,N}^0} \cdot \psi_{s,N} \cdot \psi_{re,N} \cdot \psi_{ec,N}\]

onde:

  • \(N_{n,c}^0 = k_1 \sqrt{R_{b,n}} h_{ef}^{1.5}\) – resistência característica de um fixador individual colocado no betão e não influenciado por fixadores adjacentes ou bordos do elemento de betão
  • k1 – fator que tem em conta a condição do betão; k1 = 8.4 para betão fendilhado e k1 = 11.8 para betão não fendilhado
  • Rb,n – resistência característica à compressão em cilindro do betão
  • hef – profundidade de embebimento da âncora no betão; para três ou quatro bordos próximos, é utilizado o valor efetivo \(h'_{ef} = \max \left \{ \frac{c_{max}}{c_{cr,N}} \cdot h_{ef}, \, \frac{s_{max}}{s_{cr,N}} \cdot h_{ef} \right \}\) nas fórmulas de Nn,c0, ccr,N, scr,N, Ac,N, Ac,N0, ψs,N e ψec,N
  • Ac,N – área projetada real, limitada pela sobreposição de cones de betão de fixadores adjacentes bem como pelos bordos do elemento de betão
  • Ac,N0 = scr,N2 – área projetada de referência, ou seja, área de betão de uma âncora individual com espaçamento e distância ao bordo grandes à superfície do betão 
  • \(\psi_{s,N}=0.7+0.3 \cdot \frac{c}{c_{cr,N}} \le 1\) – fator que tem em conta a perturbação da distribuição de tensões no betão devido à proximidade de um bordo do elemento de betão
  • c – menor distância ao bordo
  • ccr,N = 1.5 ∙ hef – distância ao bordo característica para garantir a transmissão da resistência característica de uma âncora em caso de rotura por cone de betão sob carregamento de tração
  • \(\psi_{re,N}=0.5+\frac{h_{ef}}{200} \le 1\) – fator de lascagem superficial
  • \(\psi_{ec,N}=\frac{1}{1+2 \cdot (e_N / s_{cr,N})} \le 1\) – fator que tem em conta o efeito de grupo quando diferentes forças de tração atuam nos fixadores individuais de um grupo; ψec,N é determinado separadamente para cada direção e é utilizado o produto de ambos os fatores
  • eN – excentricidade da força de tração resultante dos fixadores tracionados em relação ao centro de gravidade dos fixadores tracionados
  • scr,N = 2 ∙ ccr,N – espaçamento característico das âncoras para garantir a resistência característica das âncoras em caso de rotura por cone de betão sob carga de tração
  • γbt – coeficiente parcial de segurança para o betão (editável na configuração normativa)
  • γNc – coeficiente parcial de segurança que tem em conta a segurança de instalação de um sistema de ancoragem (editável na configuração normativa)

A área do cone de rotura do betão para um grupo de âncoras carregadas por tração que formam um cone de betão comum, Ac,N, é mostrada pela linha tracejada a vermelho.

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Resistência ao corte do aço da âncora (SP16 - Cl. 14.2.9 e STO - Cl. 6.2.1)

De acordo com STO - Cl. 6.2.1, são investigados dois cenários:

  • Corte sem braço de alavanca (Afastamento: Direto)
  • Corte com braço de alavanca (Afastamento: Junta de argamassa)

Corte sem braço de alavanca

A resistência ao corte do aço das âncoras no STO utiliza valores tabelados no Anexo A. Por isso, é utilizada uma fórmula geral do SP16. Assume-se que as âncoras são barras roscadas. O atrito não é tido em conta.

Um parafuso sujeito a uma força de corte de cálculo é dimensionado de acordo com SP16 - Cl. 14.2.9 e deve satisfazer:

\[ V_{ult,s} = R_{bs} A_b \gamma_b \gamma_c \]

onde:

  • Rbs – resistência ao corte de cálculo de um parafuso – SP 16, Tabela 5
  • Ab – área bruta da secção do parafuso
  • γb – fator de serviço da ligação aparafusada – SP 16, Tabela 41 – γb = 1.0 para aparafusamento simples e múltiplo com classe de precisão A, γb = 0.9 para aparafusamento múltiplo e classe de precisão B e parafusos de alta resistência (Rbun ≥ 800 MPa)
  • γc – fator de serviço – SP 16, Tabela 1, editável na configuração normativa
Rbyn [MPa]Rbs [MPa]
\(R_{byn} \le 300 \)\(0.42 \cdot R_{bun} \)
\(300 < R_{byn} \le 400 \)\(0.41 \cdot R_{bun} \)
\(400 < R_{byn} \le 936 \)\(0.40 \cdot R_{bun} \)
\(936 > R_{byn} \)\(0.35 \cdot R_{bun} \)

Corte com braço de alavanca (STO - Cl. 6.2.1.5)

\[ V_{ult,s} = \frac{M_{n,s}}{l_s} \gamma_b \gamma_c \]

onde:

  • \(M_{n,s} = M_{n,s}^0 \left ( 1- \frac{N_{an}}{N_{ult,s}} \right ) \) – resistência à flexão característica da âncora reduzida pela força de tração na âncora
  • Mn,s0 = 1.2 Wel Rbun – resistência à flexão característica da âncora (ETAG 001, Anexo C – Equação (5.5b))
  • \( W_{el} = \frac{\pi d^3}{32}\) – módulo de flexão da âncora
  • d – diâmetro do parafuso de ancoragem; se o plano de corte na rosca for selecionado, é utilizado o diâmetro reduzido pelas roscas; caso contrário, é utilizado o diâmetro nominal, dnom
  • Rbun – resistência à tração última da âncora
  • Nan – força de tração na âncora
  • Nult,s – resistência à tração da âncora
  • ls = (0.5 dnom + tmortar + 0.5 tbp) / \(\alpha_M \) – braço de alavanca
  • αM = 2 – assume-se encastramento total 
  • tmortar – espessura da argamassa (calda)
  • tbp – espessura da placa de base
  • γb – fator de serviço da ligação aparafusada – SP 16, Tabela 41 – γb = 1.0 para aparafusamento simples e múltiplo com classe de precisão A, γb = 0.9 para aparafusamento múltiplo e classe de precisão B e parafusos de alta resistência (Rbun ≥ 800 MPa)
  • γc – fator de serviço – SP 16, Tabela 1, editável na configuração normativa

Rotura por alavanca do betão (STO - Cl. 6.2.2):

\[ V_{ult,cp}= k \cdot \frac{N_{ult,c}}{\gamma_{V,cp}} \]

onde:

  • k – fator para rotura por alavanca do betão (STO 36554501-048-2016 - Cl. 6.2.2.3) tomado como k = 2 por defeito (ETAG 001, Anexo C – Cl. 5.2.3.3) editável na configuração normativa
  • Nult,c – resistência de um fixador ou grupo de fixadores em caso de rotura por cone de betão; assume-se que todas as âncoras estão em tração e γNc = 1.0
  • γV,cp – coeficiente parcial de segurança que tem em conta a segurança de instalação de um sistema de ancoragem para rotura por alavanca do betão, editável na configuração normativa

Rotura pelo bordo do betão (STO - Cl. 6.2.3):

A rotura pelo bordo do betão é uma rotura frágil e é verificado o pior caso possível, ou seja, apenas as âncoras localizadas próximo do bordo transferem a totalidade da carga de corte que atua na placa de base. Se as âncoras estiverem dispostas em padrão retangular, a fila de âncoras no bordo investigado transfere a carga de corte. Se as âncoras estiverem dispostas de forma irregular, as duas âncoras mais próximas do bordo investigado transferem a carga de corte. São investigados dois bordos na direção da carga de corte e o pior caso é apresentado nos resultados.

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Bordos investigados em função da direção da resultante da força de corte

Resistência de um fixador ou grupo de fixadores carregados em direção ao bordo:

\[ V_{ult,c}= \frac{V_{n,c}^0}{\gamma_{bt} \cdot \gamma_{Vc}} \cdot \frac{A_{c,V}}{A_{c,V}^0} \cdot \psi_{s,V} \cdot \psi_{h,V} \cdot \psi_{\alpha,V} \cdot \psi_{ec,V} \cdot \psi_{re,V} \]

onde:

  • \( V_{n,c}^0 = k_3 \cdot d_{nom}^\alpha \cdot l_f^\beta \cdot \sqrt{R_{b,n}} \cdot c_1^{1.5}\) – valor inicial da resistência característica de um fixador carregado perpendicularmente ao bordo
  • k3 – fator que tem em conta a condição do betão; k3 = 2.0 para betão fendilhado, k3 = 2.8 para betão não fendilhado
  • \( \alpha = 0.1 \left ( \frac{l_f}{c_1} \right ) ^{0.5} \)
  • \( \beta = 0.1 \left ( \frac{d_{nom}}{c_1} \right ) ^{0.2} \)
  • lf = min (hef, 12 dnom) para dnom ≤ 24 mm; lf = min [hef, max (8 dnom, 300 mm)] para dnom > 24 mm – comprimento efetivo da âncora ao corte - retirado de EN 1992-4 - Cl. 7.2.2.5
  • hef – profundidade de embebimento da âncora no betão
  • c1 – distância da âncora ao bordo investigado; para fixações em elementos estreitos e finos, é utilizada a distância efetiva \( c'_1=\max \left \{ \frac{c_{2,max}}{1.5}, \, \frac{h}{1.5}, \, \frac{s_{2,max}}{3} \right \} \)
  • c2 – menor distância ao bordo do betão perpendicular à distância c1
  • dnom – diâmetro nominal da âncora
  • Ac,V0 = 4.5 c12 – área do cone de betão de uma âncora individual na superfície lateral do betão não afetada por bordos
  • Ac,V – área real do cone de betão da ancoragem na superfície lateral do betão 
  • \(\psi_{s,V} = 0.7+0.3 \frac{c_2}{1.5 c_1} \le 1.0 \) – fator que tem em conta a perturbação da distribuição de tensões no betão devido a bordos adicionais do elemento de betão na resistência ao corte
  • \( \psi_{h,V} = \left ( \frac{1.5 c_1}{h} \right ) ^ {0.5} \ge 1.0 \) – fator que tem em conta o facto de a resistência ao corte não diminuir proporcionalmente à espessura do elemento, como assumido pela razão Ac,V / Ac,V0
  • \( \psi_{\alpha,V} = \sqrt{\frac{1}{(\cos \alpha_V)^2 + (0.4 \sin \alpha_V)^2}} \ge 1 \) – tem em conta o ângulo αV entre a carga aplicada, V, e a direção perpendicular ao bordo livre do elemento de betão
  • \( \psi_{ec,V} = \frac{1}{1+e_V / (1.5 c_1)} \le 1 \) – fator que tem em conta o efeito de grupo quando diferentes cargas de corte atuam nas âncoras individuais de um grupo
  • ψre,V = 1.0 – fator que tem em conta o efeito do tipo de armadura utilizada em betão fendilhado
  • h – altura do bloco de betão
  • γbt – coeficiente parcial de segurança para o betão (editável na configuração normativa)
  • γVc – coeficiente parcial de segurança que tem em conta a segurança de instalação de um sistema de ancoragem (editável na configuração normativa)

Interação de forças de tração e corte (STO - Cl. 6.3):

A interação de forças de tração e corte é determinada de acordo com STO - Cl. 6.3., Equação (6.55):

\[ \beta_N^{1.5} + \beta_V^{1.5} \le 1.0 \]

onde:

  • \(\beta_N = \max \left \{ \frac{N_{an}}{N_{ult,s}}; \, \frac{N_{an}}{N_{ult,p}}; \, \frac{N_{an}}{N_{ult,c}} \right \} \) – coeficiente definido como o maior valor da razão entre as forças de tração de cálculo e o valor das resistências últimas à tração para cada um dos mecanismos de rotura
  • \(\beta_V = \max \left \{ \frac{V_{an}}{V_{ult,s}}; \, \frac{V_{an}}{V_{ult,cp}}; \, \frac{V_{an}}{V_{ult,c}} \right \} \) – coeficiente definido como o maior valor da razão entre as forças de corte de cálculo e o valor das resistências últimas ao corte para cada um dos mecanismos de rotura

Âncoras com afastamento

A âncora com afastamento é dimensionada como um elemento de barra carregado por força de corte, momento fletor e força de compressão ou tração. Estes esforços internos são determinados pelo modelo de elementos finitos. A âncora está encastrada em ambos os lados, um lado a 0.5×d abaixo do nível do betão, o outro lado a meio da espessura da placa. O comprimento de encurvadura é assumido de forma conservadora como o dobro do comprimento do elemento de barra. É utilizado o módulo plástico de flexão. O elemento de barra é dimensionado de acordo com SP 16. A força de corte pode reduzir a tensão de cedência do aço, mas o comprimento mínimo da âncora para acomodar a porca sob a placa de base garante que a âncora rompe à flexão antes de a força de corte atingir metade da resistência ao corte. A redução não é, portanto, necessária. A interação entre o momento fletor e a resistência à compressão ou tração é assumida como linear.

Resistência ao corte:

Um parafuso sujeito a uma força de corte de cálculo é dimensionado de acordo com SP16 - Cl. 14.2.9 e deve satisfazer:

\[ V_{ult,s} = R_{bs} A_{bn} \gamma_b \gamma_c \]

onde:

  • Rbs – resistência ao corte de cálculo de um parafuso – SP 16, Tabela 5
  • Abn – área bruta da secção do parafuso
  • γb – fator de serviço da ligação aparafusada – SP 16, Tabela 41 – γb = 1.0 para aparafusamento simples e múltiplo com classe de precisão A, γb = 0.9 para aparafusamento múltiplo e classe de precisão B e parafusos de alta resistência (Rbun ≥ 800 MPa)
  • γc – fator de serviço – SP 16, Tabela 1, editável na configuração normativa
Rbyn [MPa]Rbs [MPa]
\(R_{byn} < 300 \)\(0.42 \cdot R_{bun} \)
\(300 \le R_{byn} < 400 \)\(0.41 \cdot R_{bun} \)
\(400 \le R_{byn} < 936 \)\(0.40 \cdot R_{bun} \)
\(936 < R_{byn} \)\(0.35 \cdot R_{bun} \)

Resistência à tração e compressão:

A resistência do aço das âncoras no STO utiliza valores tabelados no Anexo A. Por isso, é utilizada uma fórmula geral do SP 43 - Anexo G. 

\[ N_{ult,s} = \frac{A_{sa} \cdot R_{ba} \cdot \gamma_c }{k_0} \]

onde:

  • Rba = 0.8 ⋅ Rbyn – valor de cálculo da tensão de cedência do parafuso de ancoragem
  • Rbyn – tensão de cedência característica do aço da âncora
  • Asa – área da secção transversal líquida do parafuso
  • γc – fator de serviço – SP 16, Tabela 1, editável na configuração normativa
  • k0 – fator para o tipo de carregamento; editável na configuração normativa; k0 = 1.05  para carregamento estático e k0 = 1.35 para carregamento dinâmico; para âncoras portáteis com placas de ancoragem, instaladas livremente nos tubos, k0 é tomado igual a 1.15 para cargas dinâmicas (SP 43 – G.9)

Resistência à flexão:

\[ M_{ult,s} = W_n R_{ba} \gamma_c \]

  • \( W_{n}= \frac{d_s^3}{6} \) – módulo de flexão do parafuso
  • \(d_s = \sqrt{\frac{4A_{bn}}{\pi}}\) – diâmetro do parafuso de ancoragem reduzido pelas roscas
  • Rba = 0.8 ⋅ Rbyn – valor de cálculo da tensão de cedência do parafuso de ancoragem
  • Rbyn – tensão de cedência característica do aço da âncora
  • γc – fator de serviço – SP 16, Tabela 1, editável na configuração normativa

Utilização do aço da âncora com afastamento

É utilizada interação linear:

\[ \frac{N}{N_{ult,s}} + \frac{M}{M_{ult,s}} \le 1 \]

Utilização do betão da âncora com afastamento

Todas as verificações do betão são também realizadas e é fornecida a seguinte interação para os modos de rotura do betão:

\[ \beta_N^{1.5} + \beta_V^{1.5} \le 1.0 \]

onde:

  • \(\beta_N = \max \left \{ \frac{N_{an}}{N_{ult,p}}; \, \frac{N_{an}}{N_{ult,c}} \right \} \) – coeficiente definido como o maior valor da razão entre as forças de tração de cálculo e o valor das resistências últimas à tração para cada um dos mecanismos de rotura
  • \(\beta_V = \max \left \{ \frac{V_{an}}{V_{ult,cp}}; \, \frac{V_{an}}{V_{ult,c}} \right \} \) – coeficiente definido como o maior valor da razão entre as forças de corte de cálculo e o valor das resistências últimas ao corte para cada um dos mecanismos de rotura