Áreas parcialmente carregadas
Armadura em Área Parcialmente Carregada
É possível dimensionar a armadura na área parcialmente carregada de forma mais eficiente desde a versão 20.1. As barras de armadura fazem parte do modelo CSFM, e a aderência entre o betão e as barras é tratada como perfeita.
Sobre a Área Parcialmente Carregada
Esta funcionalidade é adequada principalmente para engenheiros estruturais de pré-fabricação e pontes que lidam com reações significativas nos apoios ou forças de pré-esforço concentradas provenientes dos tendões nas vigas. O benefício está além de um dimensionamento não conservador, permitindo poupar material e custos.
Foi desenvolvida uma abordagem para tratar o estado de tensão triaxial em áreas parcialmente carregadas. Nestas áreas, o esmagamento do betão é admitido, e a resistência do betão à compressão pode ser aumentada devido ao confinamento transversal de acordo com as normas em vigor (Eurocódigo). O aumento da resistência pode atingir até 3 vezes a resistência à compressão em cilindro do betão.
A área parcialmente carregada pode ser encontrada em qualquer estrutura. Alguns exemplos típicos são os diafragmas de pontes com uma área acima dos apoios, áreas sob a âncora, ou carga concentrada na extremidade da parede. As áreas parcialmente carregadas são dimensionadas de acordo com os requisitos do Eurocódigo e são simultaneamente condicionadas pela geometria do modelo (aberturas, espessura, bordos, variação abrupta da secção transversal).
O aumento da resistência do betão pode ser considerado se o confinamento for mantido. Devido a esta condição, barras de armadura são automaticamente adicionadas para satisfazer a condição relativa ao confinamento e às disposições do Eurocódigo.
Esta funcionalidade garante que os modelos convergem e cumprem simultaneamente os critérios de dimensionamento das normas em vigor (Eurocódigo). O método implementado é independente da malha de elementos finitos. A capacidade resistente é aumentada com a variação da área de betão. A consequência deste estado é uma tensão constante ao longo da altura de um cone. As escoras fictícias dispersas afetam artificialmente a rigidez do cone e redistribuem corretamente a tensão transversal que surge nesta área. A densidade de cada escora dispersa aumenta na direção da carga aplicada.
As limitações conhecidas decorrem das normas em vigor no Eurocódigo.
- Os cones não podem coincidir
- A área Ac1 e Ac0 situam-se na resultante da força atuante