As forças nas âncoras, incluindo as forças de alavanca, são determinadas por análise de elementos finitos, mas as resistências são verificadas utilizando as disposições normativas da AS 5216.
A verificação normativa das âncoras é realizada de acordo com a AS 5216:2018. Embora a norma não forneça especificamente algumas fórmulas para âncoras moldadas no local, as fórmulas são as mesmas que na SA TS 101:2015, onde as âncoras moldadas no local são especificamente mencionadas. Betão fissurado ou não fissurado pode ser selecionado na configuração normativa. O betão fissurado é assumido de forma conservadora como predefinição. A verificação normativa do cone de rotura do betão à tração e ao corte pode ser ignorada na configuração normativa, o que significa que se assume que a força é transferida através da armadura. O utilizador recebe a magnitude desta força. Devido à utilização da resistência ao cone de rotura do betão na fórmula de verificação da rotura por arrancamento do betão, esta verificação também é ignorada.
As seguintes verificações normativas de âncoras carregadas à tração não são fornecidas e devem ser verificadas utilizando as informações na Especificação Técnica do Produto relevante (ensaios de acordo com AS 5216:2018: Apêndice A):
- Rotura por arrancamento do fixador (para âncoras mecânicas pós-instaladas) – AS 5216:2018: 6.2.4,
- Rotura combinada por arrancamento e cone de betão (para âncoras coladas pós-instaladas) – AS 5216:2018: 6.2.5,
- Rotura por fendilhamento do betão – AS 5216:2018: 6.2.6.
A rotura por explosão lateral do betão é fornecida apenas para âncoras com placas de anilha.
Rotura do aço à tração
A rotura do aço à tração é verificada de acordo com a Cl. 6.2.2:
onde:
- – fator de capacidade para rotura do aço à tração (Tabela 3.2.4)
- As – área de tensão de tração de um parafuso conforme especificado na AS 1275
- fuf – resistência mínima à tração do parafuso conforme especificado na AS 4100 – Tabela 9.3.1
Rotura por cone de betão
A rotura por cone de betão é verificada de acordo com a Cl. 6.2.3 e é fornecida para o grupo de âncoras (quando aplicável). A resistência característica dos fixadores tracionados num grupo ou de um único fixador é:
onde:
- ϕMc – fator de capacidade para modos de rotura de âncoras associados ao betão, editável na configuração normativa; o valor recomendado é 1/1.5 (Tabela 3.2.4)
- – resistência característica de um fixador, afastado dos efeitos de fixadores adjacentes ou das arestas do elemento de betão – Cl. 6.2.3.2
- Ac,N – área projetada real do cone de rotura do fixador, limitada por fixadores adjacentes e pelas arestas do elemento de betão – Cl. 6.2.3.3
- Ac,N0 = scr,N2 – área projetada de referência de um único fixador com uma distância à aresta pelo menos igual a 1.5 hef – Cl. 6.2.3.3
- – parâmetro relacionado com a distribuição de tensões no betão devido à proximidade do fixador a uma aresta do elemento de betão – Cl. 6.2.3.4
- – parâmetro que contabiliza o efeito de lascagem superficial – Cl. 6.2.3.5
- – parâmetro que contabiliza a excentricidade da carga resultante num grupo de fixadores – Cl. 6.2.3.6
- – parâmetro que contabiliza o efeito de uma força de compressão entre a peça de fixação e o betão – Cl. 6.2.3.7; este parâmetro é igual a 1 se c < 1.5 hef ou se o rácio entre a força de compressão (incluindo a compressão devida à flexão) e a soma das forças de tração nas âncoras for inferior a 0.8
- \item k1 – parâmetro; para âncoras moldadas no local (tipo de âncora – placas de anilha) k1 = kcr,N = 8.9 para betão fissurado e k1 = kucr,N = 12.7 para betão não fissurado; para âncoras pós-instaladas (tipo de âncora – reto) k1 = kcr,N = 7.7 para betão fissurado e k1 = kucr,N = 11.0 para betão não fissurado
- scr,N = 2 ccr,N = 3 hef – espaçamento dos fixadores
- ccr,N = 1.5 hef – distância característica à aresta
- hef – profundidade de embutimento efetiva do fixador; no caso de elemento de betão estreito, aplica-se a Cl. 6.2.3.8 e
- z – braço do binário interno
- c – menor distância à aresta
A área do cone de rotura do betão para um grupo de âncoras carregadas à tração que formam um cone de betão comum, Ac,N, é indicada pela linha tracejada a vermelho.

De acordo com a Cl. 6.2.8, a armadura complementar pode ser utilizada para transferir as forças que causam a rotura por cone de betão. Tal armadura deve ser dimensionada de acordo com a AS 3600.
Rotura por arrancamento
A rotura por arrancamento é verificada para fixadores com cabeça moldados no local (tipo de âncora – placa de anilha) de acordo com a SA TS 101:2015 – Cl. 6.2.3:
- ϕMc – fator de capacidade para modos de rotura de âncoras associados ao betão, editável na configuração normativa; o valor recomendado é 1/1.5 (Tabela 3.2.4)
- k1 – parâmetro relacionado com o estado do betão; para betão fissurado k1 = 8.0, para betão não fissurado k1 = 11.2
- Ah – área da cabeça resistente do fixador; para placa de anilha circular A_h = \frac{\pi}{4} \left ( d_h^2 - d^2 \right$, para placa de anilha retangular
- dh ≤ 6 th + d – diâmetro da cabeça do fixador
- th – espessura da cabeça do fixador com cabeça
- d – diâmetro do fuste do fixador
- awp – comprimento da aresta da placa de anilha retangular
- f'c – resistência característica à compressão do betão
A rotura por arrancamento para âncoras com cabeça que não sejam moldadas no local não é calculada e a resistência deve ser garantida pelo fabricante ou determinada por ensaios e avaliação de acordo com o Apêndice A.
Nem a resistência à rotura por fendilhamento durante a instalação (Cl. 6.2.6.1) nem a devida ao carregamento (Cl. 6.2.6.2) é fornecida, devendo ser garantida pelo fabricante ou determinada por ensaios e avaliação de acordo com o Apêndice A.
Rotura por explosão lateral
A rotura por explosão lateral é verificada para âncoras com cabeça (tipo de âncora – anilha) com distância à aresta c ≤ 0.5 hef de acordo com a Cl. 6.2.7. As âncoras são tratadas como grupo se o seu espaçamento próximo da aresta for s ≤ 4 c1. As âncoras de expansão por corte podem ser verificadas da mesma forma, mas o valor de Ah é desconhecido no software. A rotura por explosão lateral de âncoras de expansão por corte pode ser determinada selecionando a placa de anilha com a dimensão correspondente.
onde:
- ϕMc – fator de capacidade para modos de rotura de âncoras associados ao betão, editável na configuração normativa; o valor recomendado é 1/1.5 (Tabela 3.2.4)
- – resistência característica de um único fixador afastado dos efeitos de fixadores adjacentes e das arestas do elemento de betão – Cl. 6.2.7.2
- Ac,Nb – área projetada real para o fixador, limitada pelas arestas do elemento de betão (c2 ≤ 2 c1), pela presença de fixadores adjacentes (s ≤ 4 c1) ou pela espessura do elemento – Cl. 6.2.7.3
- Ac,Nb0 = (4 c1)2 – área projetada de referência de um único fixador com uma distância à aresta igual a c1 – Cl. 6.2.7.3
- – parâmetro que contabiliza a perturbação das tensões no betão devido à proximidade do fixador a um canto do elemento de betão – Cl. 6.2.7.4
- – parâmetro que contabiliza o efeito de grupo – Cl. 6.2.7.5
- – parâmetro que contabiliza a excentricidade do carregamento num grupo de fixadores – Cl. 6.2.7.6
- k5 – parâmetro relacionado com o estado do betão; para betão fissurado k5 = 8.7, para betão não fissurado k5 = 12.2
- c1 – distância à aresta do fixador na direção 1, em direção à aresta mais próxima
- c2 – distância à aresta do fixador perpendicular à direção 1, que é a menor distância à aresta num elemento estreito com múltiplas distâncias às arestas
- Ah – área da cabeça resistente do fixador; para placa de anilha circular A_h = \frac{\pi}{4} \left ( d_h^2 - d^2 \right, para placa de anilha retangular
- f'c – resistência característica à compressão do betão
- n – número de fixadores numa fila paralela à aresta do elemento de betão
- s2 – espaçamento dos fixadores num grupo perpendicular à direção 1
- scr,Nb = 4 c1 – espaçamento necessário para que um fixador desenvolva a sua resistência característica à tração contra a rotura por explosão lateral
Rotura do aço ao corte
A rotura do aço ao corte é determinada de acordo com a Cl. 7.2.2. Assume-se que a âncora é constituída por uma barra roscada com as mesmas propriedades de material que os parafusos.
Força de corte sem braço de alavanca
A força de corte sem braço de alavanca é assumida quando é selecionado stand-off – direto. Assume-se que os fixadores são de aço dúctil e o fator k7 = 1. Cada fixador é verificado separadamente. A resistência é determinada de acordo com a AS 5216 – Cl. 7.2.2.2 e a AS 4100 – Cl. 9.2.2.1:
onde:
- quando fuf ≤ 800 MPa e fyf / fuf ≤ 0.8; ϕMs = 2/3 caso contrário – fator de capacidade para rotura do aço ao corte (Tabela 3.2.4)
- fuf – resistência mínima à tração do parafuso conforme especificado na AS 4100 Tabela 9.2.1
- A – área de um parafuso igual a Ac ou Ao, que são respetivamente a área do diâmetro menor do parafuso conforme definido na AS 1275 ou a área nominal do fuste liso do parafuso
Para fixadores com hef / d < 5 em betão com f'c < 20 MPa, VRk,s é multiplicado por um fator igual a 0.8.
Força de corte com braço de alavanca
A resistência ao corte do aço com braço de alavanca é calculada de acordo com a Cl. 7.2.2.3:
onde:
- quando fuf ≤ 800 MPa e fyf / fuf ≤ 0.8; ϕMs = 2/3 caso contrário – fator de capacidade para rotura do aço ao corte (Tabela 3.2.4)
- αM = 2 – parâmetro que contabiliza o grau de restrição; assume-se que a peça de fixação está impedida de rodar – Cl. 4.2.2.4
- – resistência característica à flexão do fixador influenciada pela carga axial
- la = a3 + e1 – comprimento do braço de alavanca
- a3 = 0.5 d – distância entre o ponto assumido de restrição do fixador carregado ao corte e a superfície do betão
- e1 = tg + tfix / 2 – excentricidade da força de corte aplicada em relação à superfície do betão, desprezando a espessura de uma camada de nivelamento ou argamassa
- tg – espessura da camada de argamassa
- tfix – espessura da placa de base
- d – diâmetro nominal do fixador
- N* – valor de cálculo da força de tração
- ϕMs NRk,s – resistência à tração do fixador para rotura do aço
- MRk,s0 = 1.2 Wel fuf – resistência característica à flexão do fixador – ETAG 001 – Anexo C
- Wel = π d3 / 32 – módulo de secção elástico do fixador; o diâmetro reduzido pela rosca, , é utilizado em vez do diâmetro nominal, d, se for selecionado Plano de corte na rosca
Rotura do betão na aresta
A rotura do betão na aresta é verificada de acordo com a Cl. 7.2.3. Se os cones de betão dos fixadores se intersetarem, são verificados como grupo. As arestas na direção da carga de corte são verificadas. Assume-se que toda a carga numa placa de base é transferida pelo fixador próximo da aresta verificada.
onde:
- ϕMc – fator de capacidade para modos de rotura de âncoras associados ao betão, editável na configuração normativa; o valor recomendado é 1/1.5 (Tabela 3.2.4)
- – valor inicial da resistência característica ao corte do fixador – Cl. 7.2.3.2
- Ac,V – área real do corpo idealizado de rotura do betão – Cl. 7.2.3.3
- Ac,V0 = 4.5 c12 – área projetada de referência do cone de rotura – Cl. 7.2.3.3
- – parâmetro que contabiliza a perturbação da distribuição de tensões no elemento de betão – Cl. 7.2.3.4
- – parâmetro que contabiliza a influência da espessura do elemento – Cl. 7.2.3.5
- – parâmetro que contabiliza a excentricidade da carga resultante num grupo de fixadores – Cl. 7.2.3.6
- – parâmetro que contabiliza o ângulo da carga aplicada – Cl. 7.2.3.7
- ψre,V = 1 – parâmetro que contabiliza o efeito de lascagem superficial – Cl. 7.2.3.8; assume-se que não existe armadura de bordo nem estribos
- k9 – parâmetro que contabiliza o estado do betão; para betão fissurado k9 = 1.7, para betão não fissurado k9 = 2.4
- d – diâmetro nominal do fixador
- lf = hef ≤ 12 d quando d ≤ 24 mm; lf = hef ≤ max (8 d, 300 mm) quando d > 24 mm – parâmetro relacionado com o comprimento do fixador
- f'c – resistência característica à compressão em cilindro do betão aos 28 dias
- c1 – distância à aresta do fixador em relação à aresta investigada; de acordo com a Cl. 7.2.3.9, para um elemento estreito, c2,max < 1.5 c1, que também é considerado delgado, h < 1.5 c1, utiliza-se c'1 nas equações anteriores em vez de c1; o valor reduzido c'1 = max (c2,max / 1.5, h/ 1.5, sc,max / 3)
- c2 – a menor distância à aresta do fixador na direção perpendicular à aresta investigada
- h – espessura do elemento de betão
- eV – excentricidade da força de corte resultante que atua num grupo de fixadores em relação ao centro de gravidade dos fixadores carregados ao corte
- αV – ângulo entre a carga aplicada ao fixador ou grupo de fixadores e a direção perpendicular à aresta livre em consideração, 0° < αV < 90°
- hef – profundidade de embutimento efetiva do fixador
De acordo com a Cl. 6.2.8, a armadura complementar pode ser utilizada para transferir as forças que causam a rotura do betão na aresta e/ou a rotura por arrancamento do betão. Tal armadura deve ser dimensionada de acordo com a AS 3600.
Rotura por arrancamento do betão
A rotura por arrancamento do betão é verificada de acordo com a Cl. 7.2.4. Assume-se que todas as âncoras numa placa de base estão carregadas ao corte e a resistência ao cone de rotura do betão, NRk,c, utilizada no cálculo, é calculada com o pressuposto de que todas as âncoras estão carregadas à tração sem qualquer excentricidade. Não se assume qualquer armadura complementar.
onde:
- ϕMc – fator de capacidade para modos de rotura de âncoras associados ao betão, editável na configuração normativa; o valor recomendado é 1/1.5 (Tabela 3.2.4)
- k8 – parâmetro publicado no Relatório de Avaliação; de acordo com o ETAG 001 – Anexo C, para hef < 60 mm, k8 = 1 e para hef ≥ 60 mm, k8 = 2
- NRk,c – resistência característica ao cone de betão para um único fixador ou fixador num grupo
Carregamento combinado de tração e corte
A resistência de um fixador carregado por tração e corte combinados é determinada de acordo com o Capítulo 8.
Rotura do aço
A avaliação do desempenho sob carregamento combinado de tração e corte do fixador baseia-se na AS 4100:
Rotura do betão
Os modos de rotura que não sejam do aço são verificados de acordo com a Cl. 8.2.1:
onde:
- N* – valor de cálculo da força de tração aplicada a um único fixador ou grupo
- V* – valor de cálculo da força de corte aplicada a um único fixador ou grupo
- NRk,i – resistência característica à tração do fixador ou grupo para o modo de rotura 'i'
- VRk,i – resistência característica ao corte do fixador ou grupo para o modo de rotura 'i'
- – fator de capacidade para rotura do aço à tração (Tabela 3.2.4)
- ϕMs = fyf / fuf ≤ 0.8 quando fuf ≤ 800 MPa e fyf / fuf ≤ 0.8; ϕMs = 2/3 caso contrário – fator de capacidade para rotura do aço ao corte (Tabela 3.2.4)
- ϕMc – fator de capacidade para modos de rotura de âncoras associados ao betão, editável na configuração normativa; o valor recomendado é 1/1.5 (Tabela 3.2.4)
Âncoras com stand-off
As âncoras com stand-off são dimensionadas como elemento de viga de acordo com a AS 4100 com fatores de capacidade de parafusos. O comprimento assumido do elemento é a soma da altura do espaçamento, metade da espessura do diâmetro nominal e metade da espessura da placa de base. As âncoras com stand-off são geralmente verificadas como fase de construção antes da injeção de argamassa.
Capacidade à flexão
A capacidade à flexão é determinada de acordo com a AS 4100, Cl. 5.1.
M* ≤ ϕ Ms
onde:
- M* – momento fletor que atua na âncora, determinado pelo Método dos Elementos Finitos
- ϕ = 0.8 – fator de capacidade para parafusos
- Ms = fy Ze – capacidade de momento de secção à flexão
- fy – tensão de cedência da âncora
- Ze = min {S, 1.5 · Z} – módulo de secção efetivo – Cl. 5.2.3
- – módulo de secção plástico; se for selecionado Plano de corte na rosca, o diâmetro nominal d é substituído pelo diâmetro reduzido pela rosca, ds
- – módulo de secção elástico; se for selecionado Plano de corte na rosca, o diâmetro nominal d é substituído pelo diâmetro reduzido pela rosca, ds
Capacidade ao corte
A capacidade ao corte é determinada de acordo com a AS 4100, Cl. 5.11.
V* ≤ ϕ Vw
onde:
- V* – valor de cálculo da força de corte
- ϕ = 0.8 – fator de capacidade para parafusos
- Vw = 0.6 fy Aw – capacidade nominal de cedência ao corte – Cl. 5.11.4
- fy – tensão de cedência da âncora
- Aw = 0.844 As – área de corte
- As – área de tensão de tração de um parafuso conforme definido na AS 1275
Capacidade à compressão axial
A capacidade à compressão axial é determinada de acordo com a AS 4100, Cl. 6. A encurvadura é tida em conta de acordo com a Cl. 6.3:
N* ≤ ϕ Nc
onde:
- N* – valor de cálculo da força de compressão
- ϕ = 0.8 – fator de capacidade para parafusos
- Nc = αc Ns ≤ Ns – capacidade nominal do elemento – Cl. 6.3.3
- Ns = kf As fy – capacidade nominal da secção – Cl. 6.2
- fy – tensão de cedência da âncora
- le = ke l – comprimento efetivo – Cl. 6.3.2
- ke = 2 – fator de comprimento efetivo do elemento; assume-se de forma conservadora que a âncora está encastrada na base e articulada no topo como elemento com deslocamento lateral
- l = lgap + d / 2 + tp / 2 – comprimento assumido do elemento
- lgap – altura do espaçamento
- d – diâmetro nominal do parafuso
- tp – espessura da placa de base
- – fator de redução de esbelteza do elemento comprimido – Cl. 6.3.3
- – fator do elemento comprimido – Cl. 6.3.3
- – índice de esbelteza – Cl. 6.3.3
- – fator de imperfeição do elemento comprimido – Cl. 6.3.3
- – esbelteza modificada do elemento comprimido – Cl. 6.3.3
- kf = 1 – fator de forma – Cl. 6.2.2
- – raio de giração
- – momento de inércia
- As – área de tensão de tração de um parafuso conforme definido na AS 1275
- – diâmetro reduzido pela rosca
- – fator do elemento comprimido – Cl. 6.3.3
- αb = 0.5 – constante de secção do elemento comprimido - Tabela 6.3.3
Capacidade à tração axial
A capacidade à tração axial é determinada de acordo com a AS 4100, Cl. 7:
N* ≤ ϕ Nt
onde:
- N* – valor de cálculo da força de tração
- ϕ = 0.8 – fator de capacidade para parafusos
- Nt = As fy – capacidade nominal da secção de um parafuso à tração – Cl. 7.2
- As – área de tensão de tração de um parafuso conforme especificado na AS 1275
- fy – tensão de cedência da âncora
Interação de carregamentos
Se uma âncora com stand-off estiver carregada por força de corte e força de compressão, é realizada a verificação da interação de carregamentos:
onde:
- N* – valor de cálculo da força de compressão
- ϕ = 0.8 – fator de capacidade para parafusos
- Nc – resistência à compressão
- M* – valor de cálculo do momento fletor devido ao corte num braço de alavanca
- Ms – resistência à flexão
Adicionalmente, são realizadas as verificações normativas de rotura do aço ao corte e de roturas do betão ao corte (rotura do betão na aresta, rotura por arrancamento do betão).
Se uma âncora com stand-off estiver carregada por força de corte e força de tração, é realizada a verificação da interação de carregamentos:
onde:
- N*tf – valor de cálculo da força de tração
- ϕ = 0.8 – fator de capacidade para parafusos
- Nt – resistência à tração
- M* – valor de cálculo do momento fletor devido ao corte num braço de alavanca
- Ms – resistência à flexão
Adicionalmente, são realizadas as verificações normativas de rotura do aço ao corte e de roturas do betão devidas à tração e ao corte.
